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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Bolha imobiliária: Vai ou não vai estourar?


O mercado imobiliário parou. Não há perspectiva de curto ou médio prazo para mudança da tendência. O mercado está mais vendedor do que comprador e será assim pelo menos nos próximos 12 meses. As construtoras que ponham as barbas de molho. Os interessados na compra de moradia que adiem a compra porque aparecerão ofertas cada vez mais interessantes.

Isto não é pessimismo. Sou do ramo há 47 anos. O mercado imobiliário vive os ciclos, são os primeiros a entrarem na crise e o último a saírem dela. Já há alguns meses, o mercado está na fase recessiva. Com as últimas medidas da Caixa Econômica Federal estreitando o financiamento de imóveis usados para até 50% do valor do imóvel, foi o tiro fatal para o mercado imobiliário.

A bolha já estourou faz algum tempo. A natureza da bolha imobiliária dos EEUU, que culminou na crise financeira mundial em 2008, a maior desde depressão econômica do final da década de 20, embora seja de inadimplência nos créditos hipotecário, tem mesma origem, o imóvel.  O excesso de oferta pela euforia no mercado de construção, sobretudo de habitações, está sendo substituído pelo pessimismo no setor.

Com quem converso do setor imobiliário e de construção, que faço parte, estão pessimistas. Não há perspectiva de reversão do mercado nos próximos 2 anos, com ou sem mudança do governo, neste período, isto se houver. Os empresários do setor, capitalizados, preferem aplicar em renda fixa, especificamente nos títulos do Tesouro com rendimento real de 5% ao ano. Para que trabalhar, se dá renda real tão alto, sem correr o risco? É o que dizem os meus amigos incorporadores.

Fugindo da questão semântica de considerar a crise como "bolha" ou não "bolha".  O fato é que o mercado imobiliário entrou em retração de forma repentina e violenta. No meio do caminho, muitas construtoras e incorporadoras vão sucumbir, deixando rastros funestos como os que deixaram no passado não muito distante. 

Que os interessados na compra de imóveis para moradia que façam uma boa escolha. Imóveis para moradia sempre será um bom investimento. No entanto, se a compra do imóveis é para investimentos, adiem pelo menos por um ano. Muitas ofertas ou "galinhas mortas" vão aparecer ainda. Não é hora de compra de imóveis para investimentos.

Não se impressionem com tamanho do descontos que estão sendo praticados no mercado, mais de 30% sobre o valor da tabela. Esperem um pouco mais e os descontos virão maiores ainda. Vão aparecer muitas galinhas mortas, sobretudo de imóveis usados. É só esperar com paciência!

Ossami Sakamori




quarta-feira, 20 de maio de 2015

Lula e Dilma serão enxotados do poder!


Brasil parece um país africano de quinta categoria, onde os ditadores ou chefes tribais mandam e desmandam conforme o seu desejo para manterem-se no poder e impor à sua vontade. Via de regra os governantes da maioria dos países da África, são US$ bilionários contrastando com estado miserável da população.

Chego a esta triste constatação, após vivenciar o projeto de poder do pequeno grupo político que comandam o País. Refiro-me ao grupo político comandado pelo Lula e Dilma, o primeiro ex-presidente e a outra atual presidente. Eles, o Lula e Dilma, nada diferem dos ditadores dos países mais atrasados do continente africano. 

Lula e Dilma tomaram o país como eleições, supostamente, fraudadas, num projeto de permanência do poder, onde vale tudo. Impõem as suas vontades ao Legislativo e ao Corte Supremo. Usam a estrutura do Estado para abrigar os amigos do poder. Subtraem dos cofres públicos para enriquecerem à custa do governo que comandam. Utilizam-se das empresas estatais para se tornarem R$ bilionários e remetem dinheiro sujo via os beneficiários do governo. 

Lula e Dilma se portam como donos do Brasil. Eles são arrogantes e impõem suas vontades para inflarem os seus egos. Eles se comportam com arrogância. Em pronunciamentos utilizam-se, via de regra, o pronome no singular. O que mais se ouve é: Eu faço, eu mando, meu governo, meus programas, etc. Aliás, estas características se assemelham aos dos ditadores dos países de quinta categoria. 

Felizmente, o Brasil sempre soube fazer a sua escolha nos momentos mais delicados social e economicamente. Estamos a vivenciar estes momentos onde os pseudo ditadores, chefes da facção criminosa estão a perder a sua força. Parece que a população está a acordar. O momento de decisão da população está chegando. O povo quer o Brasil de volta.

Falta pouco para que os chefes da facção criminosa travestidos de autoridades constituídos serão destituídos do cargos e das forças que exercem.  Eles serão enxotados do poder, nos próximos meses. Haverá, com o apoio do Congresso Nacional, a destituição da presidência e do poder de fato da Dilma e Lula.  Enfim, o Brasil livrará, brevemente, dos maiores cânceres que o País já teve: Lula e Dilma. 

Felizmente, as minhas previsões sempre confirmam. 

Ossami Sakamori

terça-feira, 19 de maio de 2015

Dilma compra votos dos senadores e deputados.


No momento, sem perspectiva de comprar votos dos parlamentares mediante pagamento de propina para os parlamentares, que ficou inviável devido a exposição da Operação Lava Jato envolvendo parlamentares da base de apoio, Dilma utiliza as nomeações em cargos do segundo escalão para compra de apoio dos parlamentares.

Dilma Rousseff, PT/RS, nomeou para a tarefa da "compra de votos" dos parlamentares, diante da dificuldade encontrado por falta de propinas para distribuir, o seu vice Michel Temer, PMDB/SP, para a tarefa. Por outro lado, o Michel Temer convocou para auxiliá-lo, o ministro da Aviação Civil Alexandre Padilha, PMDB/RS. Os dois fazem isto com a desenvoltura.

Sem o dinheiro da propina proveniente de ladroagem na Petrobras, no momento, Michel Temer e Alexandre Padilha utilizam-se dos "cargos em comissão" para negociar com os parlamentares o apoio necessários para diversos projetos do governo Dilma, que vão desde a aprovação das medidas de ajustes fiscais que deverão ser votados nos próximos dias às autorizações de despesas duvidosas para programas duvidosos. 

A moeda de troca utilizado pelo Michel Temer e Alexandre Padilha são os 5.467 cargos em comissão de livre nomeação, sem vínculo com o quadro permanente do Executivo. Os cargos denominados DAS, são 5.467 funcionários, não concursados para auxiliar na administração do Poder Executivo, em tese.  Os salários vão de R$ 2.227,85 do nível 1 até R$ 13.974,20 do nível 6. Estes funcionários, muitos "fantasmas", são nomeados pelo Poder Executivo, mas poderão ficar à disposição do Poder Legislativo. Muitos deles "lotados" nos gabinetes dos parlamentares da base de apoio. Isto é a moeda de troca do toma lá, dá cá.

Errata: O nome do ministro da Aviação Civil, que auxilia o Michel Temer nas compras de parlamentares é Eliseu Padilha, não Alexandre Padilha como foi dito por mim nesta matéria. 

Funcionários do Poder Executivo "lotados" nos gabinetes dos parlamentares não obedecem as mesmas regras funcionais dos funcionários do Poder Legislativo. Muitos deles são "fantasmas" ou "laranjas" dos parlamentares. Não raramente são nomeados as "amancebadas" dos  próprios parlamentares, pagas com o dinheiro do contribuinte. Os funcionários que efetivamente trabalham nos gabinetes dos parlamentares que se vendem, são casos raros.

Michel Temer e Alexandre Padilha nada mais são do que mercadores de funcionários DAS que são considerados verdadeiros "aspones" (assessores de porra nenhuma), "laranjas" (que recebem e repassam o dinheiro para os parlamentares) ou "companheiras(os)" (amancebadas ou amancebados) dos próprios. Raramente, os DAS à disposição dos parlamentares são destinados para efetiva prestação de serviços aos poderes da República. 


Michel Temer e Alexandre Padilha oferecem 1, 2, 3 , 4 ou 5 cargos DAS para parlamentares, via liderança dos partidos, para colocar sob "cabrestos" os parlamentares para aprovação dos projetos importantes para o projeto da Dilma presidente. Para os parlamentares novatos, 1 ou 2 cargos DAS. Para os parlamentares de maior peso 4 ou 5 cargos DAS, de salários maiores. Quando os parlamentares viram infiéis tiram os DAS dos mesmos. 

Assim vai aparecendo as Mônicas e Rosemarys da Repúblicas que nada mais são do que as damas de companhias dos figurões. Complemento, poderão ser os "damos de companhia" de conhecidas autoridades. O espantoso é que isto vem sendo praticados ao luz do dia, como acordos "políticos".  Nós contribuintes, que me incluo dentre eles, somos os otários que sustentamos esta pouca vergonha de toma lá, dá cá, com o nosso suado dinheiro. 



Façamos justiças aos parlamentares que não fazem acordos com o Executivo. Portanto, longe de generalizar as práticas mais vergonhosas da política brasileira.

Ossami Sakamori



segunda-feira, 18 de maio de 2015

Se Dilma para o bicho pega!


A economia está no mato sem cachorro. Além do aumento de impostos de R$ 80 bilhões, anualizados, propostos pelo Joaquim Levy, ministro da Fazenda, a Dilma presidente cede ao plano de ajustes econômicos e propõe corte de gastos públicos em R$ 78 bilhões. Isto é o que release do Palácio do Planalto está anunciando, insistentemente. Fez até encenação de reunião num domingo no Palácio da Alvorada. 

O governo Dilma se meteu numa encrenca do tamanho de bonde. Inicialmente teve que fazer ajustes dos preços administrados como energia elétrica e combustíveis que estavam engessados numa aventura irresponsável, tudo para manter a popularidade da presidente com intensão clara de ser reeleita para o segundo mandato.

Com os aumentos de impostos e contribuições propostos, a economia entrou na rota de retração. Para piorar, a economia do País está sentindo o reflexo da contração da economia em função da Operação Lava Jato. Com economia em retração, a arrecadação do governo está em declínio, obviamente. 

Apesar de aumento de impostos e contribuições e cortes nos gastos públicos, somados, em torno de R$ 160 bilhões, anualizados, parece encontrar dificuldade em atender a demanda o suficiente para gerar o superávit primário de R$ 55 bilhões, somente pelo governo federal, neste ano.  

O superávit primário, a diferença de tudo que o governo arrecada e tudo que o governo gasta é importante para o mercado financeiro global. Isto é uma dogma do FMI. O certo é que o FMI e a comunidade internacional exige  que o Brasil gere superávit primário acima de 2 % do PIB somente o governo federal.  Isto equivale a cerca de R$ 120 bilhões no final do ano. O governo Dilma faz do tripa o coração para gerar pelo menos R$ 55 bilhões, para acalmar a comunidade financeira internacional.

O cumprimento da meta do superávit primário, dinheiro para pagar parte dos juros da dívida pública, prometido pelo Joaquim Levy perante a comunidade internacional, é importante para manter o "grau de investimento" e não ser rebaixado para o "grau de especulação" pelas agências de classificação.

A geração de superávit primário é importante para que o Brasil, que precisa rolar a sua dívida pública de cerca de R$ 4,2 trilhões, para isso é importante manter a classificação de riscos no "grau de investimentos". Deixar cair a classificação para o "grau de especulação" será um passo para o País entrar em colapso ou "default". Isto é que se classifica como administração incompetente e irresponsável. Só este fato mereceria o processo de impeachment.

Se Dilma para o bicho pega, se a Dilma corre o bicho come!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori



domingo, 17 de maio de 2015

Lula. A casa caiu !

Crédito da imagem: O Estadão

É melancólico ver o Lula, ex-sindicalista e ex-presidente da República, correr pelos gabinetes dos políticos e ministros, antigos aliados, para pedir apoiamento num eventual processos contra ele decorrente da Operação Lava Jato. 

Lula nasceu nas sombras do Anfavea - Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, em pleno regime militar como instrumento de pressão dos empresários na década de 1980. Sobre isto, a imprensa já deu ampla cobertura, não necessitando relembrar os episódios que já são conhecido do público.


Em pleno regime militar, Lula foi instrumento de pressão contra o regime da Igreja Católica. Lula contou com o apoio da CEB - Comunidade Eclesiásticas de Base para se firmar como liderança dos trabalhadores. Contou com o apoio explícito do dom Paulo Evaristo Arns, à época, Arcebispo de São Paulo. Assim nascia o político Lula emergido do movimento sindical. Dom Evaristo, com 93 anos deve estar arrependido de tê-lo feito político.


José Dirceu transformou o Lula em candidato à presidência da República para um projeto de poder que ele mesmo dizia que seria de 20 anos. Em 2002 ou antes, ninguém imaginava que o projeto do José Dirceu não era para mudança do País, mas que era projeto de ladroagem dos cofres públicos. Fez-se alianças espúrias baseado em compra de votos dos parlamentares. José Dirceu foi o mentor do Lula presidente.


Dentro do projeto de poder, fez alianças espúrias que iam, ideologicamente, de esquerda à direita. Era o projeto de poder que iniciou com os recursos financeiros que vinham dos prestadores de serviços das prefeituras de São Bernardo do Campo e de Ribeirão Preto. Antonio Palocci foi prefeito do Ribeirão Preto e Celso Daniel prefeito de São Bernardo do Campo. Gilberto Carvalho, à época, era operador de recursos da campanha do Lula, antes do primeiro mandato. Isto foi o começo do começo.
Errata: Onde se lê São Bernardo do Campo, leia-se Santo André.


Lula presidente é apontado pelo delator premiado da Operação Lava Jato Ricardo Pessoa do UTC e Constran como beneficiário junto com a Dilma presidente do dinheiro sujo proveniente da ladroagem na Petrobras. Os recursos proveniente da ladroagem na Petrobras, não só financiou campanhas presidenciais, mas deixou o Lula pessoa física R$ bilionário. Para quem morava em  casa alugada do advogado Roberto Teixeira quando ainda dirigente sindical, a ascensão patrimonial é de dar inveja para qualquer empresário R$ bilionário.




Pois, como qualquer prática de ilícito não dura para sempre, os indícios de enriquecimento ilicito do Lula está sendo desvendado dia após dia. Não haverá palestras que justifique tamanho aumento patrimonial. As casas do Lula, da Dilma e PT estão desmoronando, felizmente.

Ossami Sakamori




sábado, 16 de maio de 2015

Lula e Dilma merecem 120 anos de cadeia!





Eu tenho dito que o Lula e a Dilma são da mesma laia do Fernandinho Beira Mar. Eles também são chefes de facção criminosa que tomou conta do País, fazem 12 anos, e praticam tráfico de influências. 

Curioso é que nessa semana, o Fernandinho Beira Mar, chefe de tráfico de drogas foi condenado a 120 anos de prisão por ter mandado matar 4 outros criminosos. Enquanto a dupla de criminosos, Lula e Dilma, embora não tenha sequer denúncia de ladroagem na Petrobras, estão livres e soltos. Eles estão ainda no comando dos  poderes da República, sem que apareça alguém que tenha culhões para denunciar e mandar ambos para cadeia.

A dupla Lula e Dilma, foram os mandantes da ladroagem de R$ 6 bilhões na Petrobras. A Petrobras é uma empresa de economia mista de controle da União. Tanto Lula como Dilma foram responsáveis pelas nomeações de diretores da Petrobras que afirmou ter sido parte do esquema de apoio dos governos do Lula e Dilma. A última novidade é que o dono da UTC e Constran, Ricardo Pessoa, confessou ter financiado campanha do Lula em 2006 e Dilma em 2014. Parece que nada disso faz eco no poder judiciário.


Estamos a falar de R$ 6 bilhões ou R$ 6.000.000.000,00 (seis bilhões de reais). É dinheiro que o povão e nem eu próprio não temos noção de que isto represente. Só sei que este dinheiro fez muita falta na manutenção de ensino público de melhor qualidade, de manutenção adequada de segurança pública e sobretudo é dinheiro que falta no SUS. Sabe-se que morre cerca de 100 mil doentes por infecção hospitalar pelas péssimas condições de manutenção.


Pois, o Fernandinho Beira Mar foi condenado em 120 anos pela morte de 4 marginais, companheiros de cadeia. E o que acontece com o Lula e Dilma por ter sido responsável pelas mortes de 100 mil doentes, nos corredores de hospitais? Nada. Não acontece nada! Eles estão livres e soltos. Pior, estão mandando na República com arrogância e dizendo-se inocentes pela ladroagem de R$ 6 bilhões na Petrobras. 

Não. Não tenho pena do Fernandinho Beira Mar pela pena de 120 anos de cadeia. Afinal, Fernandinho Beira Mar é traficante de drogas. O que fico indignado é que os traficantes de influência e de ladroagem, o Lula e Dilma, estão livres e soltos. Pior, não tem nenhum inquérito correndo contra eles, apesar de denúncias contundentes de delatores premiados da Operação Lava Jato.


Lula e Dilma merecem, no mínimo, pena igual ao do Fernandinho Beira Mar, 120 anos de cadeia para cada um. 

Ossami Sakamori




PIB deverá retrair 2,5% em 2015.

Palácio da Alvorada. Reunião com Ministros

Segundo release distribuído para a imprensa, a presidente Dilma vai se reunir com os ministros, amanhã, domingo, dia 17, para determinar o corte de R$ 60 bilhões nos gastos do governo federal. Faz parte do plano de ajustes das contas públicas, depois de estouro no ano de 2014, que foi motivo de flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal.

O fato é que além dos cortes, com o aumento de impostos e contribuições propostas pelas medidas anunciadas, o governo pretende arrecadar R$ 80 bilhões a mais no período de 1 ano. Como o ajuste está sendo votado pelo Congresso Nacional em partes, o ajuste deste ano não deverá passar dos R$ 40 bilhões neste ano. Isto se soma às medidas de cortes de gastos.

Somado o aumento de arrecadação de R$ 40 bilhões mais R$ 60 bilhões de cortes, o ajuste para este ano com as medidas de aumento de impostos e corte de  despesas devem ficar em R$ 100 bilhões. Isto tudo, para Joaquim Levy Bradesco ministro da Fazenda apresentar no final do ano superávit primário de R$ 55 bilhões, que corresponde a aproximadamente 1% do PIB. 

As medidas anunciadas por si só, provoca retração próximo de 2% do PIB. Com desaceleração dos gastos da Petrobras, em função da Operação Lava Jato e dos fornecedores da Companhia, sobretudo os pertencentes ao cartel de ladroagem, haverá retração do PIB, no mínimo em 0,5% do PIB. A retração do PIB, previsto por este blog já em 20 de fevereiro e corrigido em 20 de abril de 2,5% está cada vez mais certo de que venha ocorrer. 

No entanto, como a presidente Dilma tem crise de identidade, não se pode afirmar categoricamente, o que ocorrerá nos próximos 7 meses e meio que resta para fechar o ano de 2015. Boa coisa não virá. Os números poderão ser piores do que previsto por mim.

De princípio, confirmo previsão de retração do PIB em 2,5% para este ano.

Ossami Sakamori




sexta-feira, 15 de maio de 2015

Dilma vive crise de identidade.

Quem sou eu?

Definitivamente, Dilma presidente vive crise de identidade. Ela não consegue definir exatamente quem ela é. Não sabe se ela é poste do Lula ou ela tem identidade própria. A própria política econômica do primeiro mandato, que ela denomina de "anti-cíclica" é uma versão inversa das medidas de ajustes do segundo mandato.

Aparentemente, Dilma presidente deu autonomia para Joaquim Levy Bradesco a elaborar a política econômica do segundo mandato. Joaquim Levy também tem dúvida sobre as suas convicções na política econômica que visa tão somente o ajuste fiscal do governo federal. Levy também está com a crise existencial, não sabe se atendo o setor bancário ou a população.

A Dilma fala de liberar os compulsório das poupanças para financiar o programa habitacional. Dilma fala em liberar FGTS para BNDES financiar os programas do Banco. Dilma liberou mais R$ 30 bilhões ao BNDES para atender o Bolsa Empresário, dentro do programa PSI. Dilma fala em alocar recursos do trabalhador FGTS para o BNDES fazer os empréstimos para os amigos do Palácio do Planalto.

Tudo que foi dito no parágrafo anterior, contrapõe à política de combate a inflação. A expansão da base monetária, vai na contra-mão da política de combate à inflação. O próprio aumento na taxa básica de juros Selic é uma outra medida que realimenta a inflação, ao contrário do que diz a equipe econômica e a imprensa e os "puxa-sacos" da Dilma presidente. 

A inflação em níveis próximos de 2 dígitos come (deprecia) a renda do trabalhador. Comendo parte da renda do trabalhador, diante da perda do "poder de compra", contrai em termos reais a base monetária.  No entanto, a "perda do poder de compra" contrai a expansão do comércio, serviço e indústria, que leva o País a retração. 

Como podem ver, Dilma presidente e Joaquim Levy estão com a mesma doença, a de "crise de identidade". Eles não sabem exatamente quem eles são. Uma hora fala em uma coisa e noutra fala em outra, completamente inversa. Com personalidade doente de ambos, a Dilma presidente e o Joaquim ministro, a economia do País, só poderia dar no que está dando, um completo desastre. 

Foi erro do povo brasileiro eleger para presidente uma pessoa que sofre de "crise de identidade". Uma presidente que não sabe exatamente quem ela é, só poderia terminar num completo caos.

Ossami Sakamori




Economia BR. O pior está por vir.

Crédito da Imagem: O Estadão

Não é nada agradável comentar sobre o desempenho negativo da economia do Brasil. No entanto faz parte do propósito deste blog de comentar sobre o que se passa no País.  Notícia boa ou notícia ruim, estaremos comentando aqui. 

A última notícia vem do IBGE sobre o desempenho do comércio varejista no primeiro trimestre deste ano. Houve recuo no volume de venda do comércio varejista em 4,4% em comparação ao mesmo período de 2014, que já tinha apontado estagnação em relação ao ano anterior.

O índice do primeiro trimestre é o pior resultado desde mesmo período de 2003, isto é há exatamente 12 anos. Coincidência ou não, primeiro ano do governo do PT. O mês de março deste ano em relação ao mês de fevereiro a queda foi de 0,9%, indicando a continuada desaceleração da economia. 

Esta queda do comércio varejista faz parte do quadro da economia já prognosticado por este blog em 20 de fevereiro deste ano e confirmado nos prognósticos posteriores de 20 de março e 20 de abril. A contração ou retração da economia, previsto por este blog para este ano é de 2,5%. Nenhum dado novo faz com que façamos ajustes neste número, pelo contrário está cada vez mais real a retração da economia do País terminar o ano de 2015 em 2,5%, contrariando a previsão da imprensa em geral e em particular dos articulistas de renome.

O motivo para a retração da economia, já foi dito por este blog, se baseia no próprio ajuste fiscal do Joaquim Levy e na contração da economia em função do desmonte da Petrobras e dos carteis de fornecedores da própria Companhia. O efeito fica potencializado em função de interdependência dos riscos do sistema Petrobras, sistema BNDES, carteis de empreiteiros e Fundos de Pensão, já comentado por este blog.

Não há nada que mude no horizonte nos próximos meses, para justificar otimismo. Posso afirmar sem medo de errar, que o pior ainda está por vir.

Ossami Sakamori



terça-feira, 12 de maio de 2015

Joaquim Levy é incompetente!


Preâmbulo. Na matéria anterior, "Brasil Ltda. está quebrada!", coloquei o espelho da situação econômico financeiro do governo federal. Como chegou a esta situação foi explicado por este blog nos mais de 1.600 matérias que trata sobre os equívocos da política econômica financeira do governo PT, sobretudo após a crise financeira mundial de 2008 e especialmente nos 4 anos de mandato da presidente Dilma.

Pelo poder. As causas principais para distorção da economia foram a expansão da base monetária, a política cambial e a política de juros. É difícil dizer qual dos fatores influiu mais no desequilíbrio e desorganização da economia.  Como componente adicional aos fatores estruturais, houve manipulação das tarifas públicas "engessando" momentaneamente para ganhar as eleições de outubro de 2014. 

Equívocos. Nunca se viu tantos equívocos somados. Tudo foi feito propositadamente para causar a "sensação de bem estar" e a "sensação de poder de compra" da população. Parecia que o objetivo da Dilma presidente era conquistar a popularidade como da então Eva Peron, primeira mulher do presidente Perón da Argentina. Dilma Rousseff queria terminar o mandato como Eva Perón, que foi conhecida como mãe dos "descamisados" ou "mãe dos pobres".

Os puxa-sacos. Enquanto a imprensa e a maioria dos articulistas econômicos manifestavam opiniões favoráveis à política econômica da Dilma presidente, este blog manifestou duras críticas à política econômica, classificando-a como "erro sistêmico" por se tratar de equívocos que poderiam trazer consequências graves no futuro. Deu no que deu. Infelizmente, este blog acertou no diagnóstico. Não foi nada fácil, apresentar ideia quando a Dilma presidente estava com a aprovação do seu governo em 77%.

Tucanou. Dilma presidente nomeou Joaquim Levy, supostamente com ideário tucano, para tentar fazer ajustes necessários para colocar o Brasil nos trilhos. Infelizmente, Joaquim Levy, ministro da Fazenda continua com o equívocos do primeiro mandato da Dilma presidente. Os ajustes propostos pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy, apenas tenta colocar nos trilhos a "política fiscal" do governo federal. De trancos e barrancos parece estar conseguindo aprovar as medidas necessárias para o "equilíbrio fiscal". Tão somente isto.

Equilíbrio fiscal. O equilíbrio fiscal é o princípio da política econômica, mas ele sozinho, não coloca o Brasil nos trilhos do desenvolvimento sustentável. Haverá de corrigir os equívocos da política econômica, baseados da expansão da base monetária, política cambial e na política de juros, sem as correções em nada adiantará o esforço da "política fiscal".

Inflação. Não vejo movimento para contração da base monetária para frear a inflação. O sistema bancário conta com mesma liquidez do final de 2014.  A flexibilização do depósito compulsório concedido no segundo semestre de 2014, continua.  O Tesouro liberou, a deliberação do final do ano passado, recurso do PSI, no montante de R$ 30 bilhões para o BNDES. O governo Dilma, ainda estuda a possibilidade de utilização de R$ 10 bilhões dos recursos do FGTS. A imprensa deu também que o governo Dilma estuda a liberação do depósito compulsório para o programa Minha Casa Minha Vida. Tudo isto é expansão da base monetária e não contração da base monetária.  A expansão da base monetária é combustível para a inflação.

Dólar. A política cambial continua o mesmo. Não há movimentação do Banco Central no sentido de colocar o dólar no patamar mais real. Pelo jeito, a nova equipe econômica quer continuar produzindo a "sensação de bem estar" e a "sensação do poder de compra", mantendo o dólar no patamar de R$ 3,00. Não venham os economistas e articulistas "pró-governo" dizer que o dólar é "flutuante". Isto tudo é desculpa que não cabe para quem entende do assunto. Todos os países, manipulam o câmbio a favor do crescimento sustentável, quer seja países desenvolvidos ou países emergentes. 

Selic. A política de juros praticados no Brasil é uma grande mentira.  O governo Dilma e outros governos anteriores, argumentam sempre, a alta de juros como necessários para conter a inflação. Nunca vi tamanha inverdade!  A política de juros reais positivos, favorecem aos banqueiros e penalizam a população. Não. Definitivamente, a política de juros reais positivos não "seguram" a inflação, pelo contrário "realimentam" a inflação. Os juros não são "remédios", mas 'termômetro" da economia. Quando mais instável a economia, mais alto os juros. Que digam os países desenvolvidos.

Tudo pelos bancos. Joaquim Levy do Bradesco pode ser competente para dirigir uma casa bancária mas é incompetente para formular política econômica que leve o Brasil ao caminho do desenvolvimento sustentável.

Ossami Sakamori



segunda-feira, 11 de maio de 2015

Brasil Ltda está falida.


Considerações iniciais. Os números que envolvem o País é fantástico. Para leigos o volume de dinheiro é tão grande que foge de uma avaliação. Somente economistas e especialistas em finanças públicas tem noção exata do que acontece no País. Este fato tem facilitado os sucessivos governos a mentirem para a população. Se não são mentiras, as omissões levam a população ao erro de avaliação sobre o desempenho de cada governo.

Para facilitar o entendimento. Resolvi, para melhor compreensão do tamanho da encrenca que o Brasil se meteu, vou apresentar o governo federal como Brasil S.A. "cortando 6 zeros" nos volumes financeiros e vou chamar o mesmo País de Brasil Ltda. Como os números mudam a cada dia, vou considerar valores aproximados, sem o rigor de uma análise econômica mais apurada. Também, para facilitar a compreensão, vou utilizar o valor de dólar equivalente a R$ 3,00, onde o dinheiro está em dólares.

Receita do Brasil Ltda. Vamos considerar que o Brasil como país movimenta cerca de R$ 5,5 milhões ao ano ou R$ 5.500.000,00, cortando 6 zeros. O Brasil Ltda., que estou considerando o governo federal, fatura R$ 1,2 milhão ou R$ 1.200.000,00, cortando 6 zeros, ao ano. Com este dinheiro que o Brasil Ltda. paga os seus gastos para manter a máquina do governo. Isto é o que o governo federal arrecada com os impostos e contribuições.

Onde gasta a receita. Com o faturamento, em impostos, que o Brasil Ltda. paga o custeio do governo, os gastos na área de educação, saúde e segurança pública. Estão incluídos nestes gastos, o R$ 1,2 milhão, as despesas para manutenção de universidades, SUS, Forças Armadas, gastos com 39 ministérios e além de gastos da presidência da República. Repito o número. O Brasil Ltda. que é governo federal, pretende gastar este ano R$ 1.200.000,00, cortando 6 zeros. O número é impressionante. Sem cortar os 6 zeros, o Brasil Ltda. gasta R$ 1.200.000.000.000,00 (um trilhão e duzentos bilhões de reais)!

O gasto com juros. Cortando 6 zeros, dos R$ 1.200.000,00 o Brasil Ltda., gasta grosso modo, cerca de R$ 50.000,00 para manutenção do SUS ou R$ 100.000,00 para gastos na área de educação. Por outro lado, o governo Dilma, cortando os 6 zeros, o Brasil Ltda. promete economizar R$ 50.000,00 para pagamento de parte dos juros. Eu disse, pagamento de parte de juros. Este parte de juros, equivale ao gastos com o SUS ou equivale a 50% dos gastos na área de educação.

Dívida bruta. O Brasil Ltda. tem dívida bruta de cerca de R$ 4,2 milhões ou R$ 4.200.000,00, cortando 6 zeros. Nesta dívida total inclui, a dívida em real e dívida em dólar. Inclui, também, a dívida do Banco Central, que o governo federal não computa como dívida do governo. Eu disse que o Brasil Ltda. fatura, em impostos e contribuições, R$ 1.200.000,00, cortando 6 zeros. Significa que se o Brasil Ltda. deve 3 vezes e meio o valor da arrecadação. Como o Joaquim Levy promete pagar apenas R$ 50.000,00, cortando 6 zeros, o Brasil Ltda. levaria 84 anos para zerar a dívida bruta

Dívida líquida. Descontando o dinheiro deixado nos EEUU, conhecido como reserva cambial, cerca de R$ 1.110.000,00 (equivalente a US$ 370 bilhões, sem cortar os zeros), descontando o dinheiro que tem para receber do BNDES R$ 460.000,00, cortando 6 zeros e descontando o dívida do Banco Central o Brasil Ltda. deve líquido R$ 2.400.000,00, cortando 6 zeros. Mesmo assim, o Brasil Ltda. da Dilma que promete pagar de parte dos juros como meta de R$ 50.000,00 cortando 6 zeros, levaria 48 anos para zerar a dívida líquida.

Fazendo saldo médio. O Brasil Ltda. para manter a credibilidade no mercado internacional, para manter a classificação de "grau de investimentos", deixa depositado nos EEUU, R$ 1.110.000,00 (equivalente a US$ 370 bilhões), quase igual a tudo que fatura de impostos no ano todo, recebendo juros pífios de 0,25% ao ano. É uma conta de maluco, porque o Brasil Ltda. para manter os depósitos nos EEUU, recebendo os fios 0,25% ao ano, mas paga para os agiotas banqueiros juros de 13,25% ao ano.

Coisa de doida! O Brasil Ltda. paga 13,25% ao ano de juros para os agiotas banqueiros para manter e mantém o saldo de dólares nos EEUU, recebendo 0,25% ao ano. Descontado inflação, o Brasil Ltda. paga a taxa básica de juros reais, a maior do mercado financeiro internacional, deixando apenas Turquia para trás. Com taxa básica de juros de 13,25% ao ano, e juros reais de R$ 5% ao ano, para manter o saldo da dívida nos mesmos níveis do ano anterior, já descontado inflação é de R$ 210.000,00, cortando 6 zeros. Assim sendo, o "superávit primário" prometido pelo Joaquim Levy não dá nem pró cheiro!

Ajustes fiscais. Se todas medidas dos ajustes fiscais forem aprovados daria arrecadação bruta de R$ 80.000,00, cortando 6 zeros. O tal "superávit primário" que Joaquim Levy promete será coberto, em tese, com o aumento de arrecadação do Brasil Ltda. com ajustes das medidas Levy para compensar as medidas "anti-cíclicas" do governo petista nos 12 anos. Joaquim Levy pretende com os ajustes fiscais, pelo menos fazer sobrar dinheiro para pagar os R$ 50.000,00, cortando 6 zeros. 

A verdade. Resumindo, o Brasil Ltda. tem dívida bruta de R$ 4,2 trilhões dívida líquida de R$ 2,4 trilhões e arrecada R$ 1,2 trilhão ao ano. Joaquim Levy quer economizar R$ 50 bilhões para pagamento da parte dos juros. O ajuste do plano Levy vai custar aos contribuintes cerca de R$ 80 bilhões. Na iniciativa privada, esta situação se configura como "falência" ou tecnicamente falando, à caminho da "recuperação judicial". 


Brasil Ltda está falida!

Ossami Sakamori





domingo, 10 de maio de 2015

MOEDA DE TROCA

Por Mônica Torres

Sem dinheiro para negociar as propostas imorais idealizadas nas alcovas do palácio, o governo lança mão de mais uma manobra vil e abominável, a troca de cargos por apoio e votos.
 
Sim, estamos mesmo no meio de um festival de falcatruas, enroladas, tramoias e chantagens. Nada escondem, porque sabem que a grande massa inerte que é a maioria do povo, está preocupada só com o cotidiano visível e o capítulo final de uma novela, coincidente com a aprovação das medidas.  Ótima ocasião para lhes decretarem o esvaziamento dos bolsos daqui por diante, sob o título pomposo de “Ajuste Fiscal”.

Quem presta atenção, vê claramente uma manobra covarde dos dois lados. Por um lado os que chantageiam, submetendo a aprovação da nossa “pena”, à nomeação de mais cargos para apadrinhados que levarão mais dinheiro da máquina pública ou serão peões de substituição, e o governo que de outro lado, nos trai, em total conivência, fazendo as nomeações sabe-se lá de quantos apadrinhados (fala-se em mais de 70 cargos a serem nomeados em 48 horas), consolidando a sentença de falência do trabalhador brasileiro. 

Alguém aqui em baixo vai ao supermercado comprar ingredientes para o almoço de domingo dia das mães, e até percebe o preço caríssimo, mas não sabe de fato o preço real pago que pariu essa sensação frustrante de “não poder”. Mas isso só acontece aqui em baixo, onde não se vê, onde não se sabe ao certo, onde não se publica no horário nobre a troca de cargos por aprovação de medidas  que sentenciam o trabalhador e todo o conjunto de dependência à sua volta. 

Sentença e punição. A aprovação de medidas como a MP 664 e 665, que trata da “mão nos bolsos” dos trabalhadores ativos e inativos, é uma sentença, porque além da intenção que encerra seus conteúdos, essas medidas vêm à vida através de conchavos, manobras e trocas de favores bem orquestrados. Mais intrigante ainda é quando lemos os nomes e as legendas dos parlamentares atuando nessa manobra. Por contra ou a favor da “sentença”, alguns nomes nos surpreendem. De toda forma saímos perdendo.

Só lembrando o Barão de Itararé... “Negociata é todo bom negócio para o qual não fomos convidados”. É uma pena pesada que pagamos diariamente pela negociata no balcão lá em cima. O governo não se importa com as consequências dessa negociata, nem para o povo, nem para si mesmo, sem querer admitir que já está cambaleante na linha de fuzilamento. Teriam mais munição? 

A moeda de troca, são trunfos guardados como em jogos de tabuleiro do tipo.. pague a prenda ou volte seis casas. Vence o mais astuto, mas o prêmio continua sendo os nossos bolsos. 


Mônica Torres













O Dia do Vazo

Por: Antonio Casotti


Qual o problema desse tema?

Não que eu tema, "pustema",

apenas, queria entender

de repetidas ocorrências;

de quem fala e não pensa

que não tem consequências

ao falar de improviso;

sem ter a competência

pra se fazer entender

e só demonstrar incongruência,

com tantas falácias

e quantas mentiras.

Assim, calar é preciso

ou gravar, de castigo,

as falas, sem o perigo

não vale a pena;

a desinteligência

de não esclarecer

o que quer dizer;

mas, às favas, ninguém quer ouvir;

assim, melhor se esconder,

fugir das panelas nas janelas,

durante o telejornal,

fortuita propaganda eleitoral 

antes da novela.

Antonio Casotti














sábado, 9 de maio de 2015

Brasil é tudo que não devia ser !


Hoje, vou apresentar número de alguns dos países do mundo para efeito de comparação com o do Brasil sobre o desempenho da economia. 


Reino Unido

Inflação: 0%
Crescimento: 0%
Taxa de juros BC: 0,5% aa





Estados Unidos

Inflação: 0%
Crescimento: 2,4%
Taxa de juros BC: 0,25% aa



Alemanha

Inflação: 0,4%
Crescimento: 0,7%
Taxa de juros BC: 0,25% aa


Japão

Inflação: 2,4%
Crescimento 0,6%
Taxa de juros BC: 0,1% aa





China

Inflação: 1,4%
Crescimento: 7,4%
Taxa de juros BC: 5,35% aa





India

Inflação: 8,0%
Crescimento: 7,50%
Taxa de juros BC: 8,0% aa



Espanha

Inflação: (-) 0,6%
Crescimento: 1,40 %
Taxa de juros BC: 0,02% aa



México

Inflação: 3,0%
Crescimento: 2,60%
Taxa de juros BC: 3,0% aa




Brasil

Inflação: 8,17%
Crescimento: 0 %
Taxa de juros BC: 13,25% aa




Rússia

Inflação: 16,4%
Crescimento: 0,40%
Taxa de juros BC: 12,5% aa



Preciso explicar quais países estão sólidos e quais estão em dificuldades? Sim, Brasil é Espanha ontem e Rússia amanhã. Veja os número do México. Dilma diz que culpados são os países desenvolvidos. Será?

O Brasil é tudo que não devia ser. 

Ossami Sakamori