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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Dilma. Game over!

Dilma é a cara do Brasil, hoje!

Nem é preciso dizer que o jogo já terminou. Dilma, "the game is over, now!". A presidente Dilma está no fundo do poço em termo de popularidade. Apenas 9% da população aprovam o governo Dilma Rousseff. A popularidade da Dilma é menor do que a do Fernando Collor na véspera do impeachment. O jogo chegou ao final, ao derradeiro. Não tem quem salve o placar final. O resultado é 7 x 1 para o povo brasileiro!


Nem mesmo a ajuda do ex-presidente Lula, não alavanca mais a popularidade da presidente Dilma. O próprio Lula está na mira da investigação da Operação Lava Jato, podendo a qualquer momento ser indiciado pelo recebimento de dinheiro sujo da ladroagem na Petrobras. É apenas questão de tempo.



Já são 6 delatores premiados que indicam que a campanha da Dilma à presidência em 2014 recebeu financiamento proveniente do dinheiro sujo da ladroagem da Petrobras. Por enquanto, o assunto está sendo denunciado e as provas materializadas pelo juiz Sérgio Moro da Justiça Federal de Curitiba. A prova material poderá ser utilizado pelo Congresso Nacional ou pelo TSE, no julgamento do impeachment baseado em fraude eleitoral e abuso do poder político e econômico.




Motivos para o Congresso Nacional colocar em pauta o Impeachment da Dilma não faltam. Pedaladas fiscais, financiamento da campanha eleitoral com dinheiro da corrupção e a própria sanidade mental, são alguns dos motivos que poderão levar ao impedimento do seu mandado da presidente da República Dilma Rousseff. Nunca na história do Brasil, ficou evidente que um(a) presidente da República tenha participado ativamente no esquema de ladroagem R$ bilionário.

Não adianta Dilma e Lula virem com ameaças de colocar OAB, CUT e MST na rua contrapondo à manifestação espontânea de 135 milhões de pessoas, que não aceitam mais o desgoverno do PT. Não cabe mais intimidações de qualquer natureza. O povo já acordou, faz algum tempo.



Ossami Sakamori




domingo, 5 de julho de 2015

Desagravo ao juiz Sérgio Moro.


As notícias da Operação Lava Jato se tornaram rotina no cotidiano do povo brasileiro. Desde primeiro semestre do ano passado, assistimos noticiários sobre o andamento da maior ladroagem que o País viu na história brasileira.  São dezenas de empresários e operadores da lavagem de dinheiro que já foram denunciados pelo Ministério Público Federal em decorrência da investigação promovido pela Policia Federal. Atrás um homem singelo, juiz da 13ª vara da Justiça Federal de Curitiba. Nome dele, Sérgio Fernando Moro ou simplesmente Sérgio Moro.

Para o meu orgulho, ele é nascido em Maringá em 1972, formado em Universidade Estadual de Maringá, em 1995. Tornou-se juiz federal em 1996. O seu currículo, vou deixar de reproduzir, porque não saberia informar com exatidão. O seu currículo dispensa apresentações. 

O juiz Sérgio Moro esteve à frente de investigação do Escândalo Banestado, envolvendo figuras notórias como o presidente do Banco Central Gustavo Franco, no governo FHC. Por meio de contas denominado CC5, o extinto Banestado, facilitou a evasão de divisas do Brasil para paraísos fiscais, entre 1996 a 2002, na ordem de R$ 150 bilhões. O doleiro Alberto Yousseff fora condenado pelo juiz Sérgio Moro, como operador da lavagem de dinheiro, mas recebera benefício da delação premiada naquele processo. 

O juiz Sérgio Moro, com a experiência acumulada na Operação Banestado, resolveu fatiar as denúncias da Operação Lava Jato, para que o processo pudesse correr celeremente. Assim, atualmente, a operação está na fase 15, cada fase com processo correndo em paralelo. Outra medida tomada pelo juiz Sérgio Moro, foi separar os procedimentos contra os políticos com foro privilegiado, para estar sob suas mãos apenas os processos que é de sua competência. Acertou no procedimento sobre medida tomada.  Assim, os processos correm celeremente, com algumas decisões de primeira instância já tomadas.

Outro procedimento que o juiz Sérgio Moro optou em seguir, foi a instalação do processo da Operação Lava Jato, na sequência de menor importância para maior importância. Na área de empreiteiros, deixou o peixe graúdo para os últimos, como foi demonstrado pela prisão dos executivos da Odebrecht e da Andrade Gutierrez no final. O cerco vai fechando para os verdadeiros beneficiários da ladroagem na Petrobras, o ex-presidente da República Lula da Silva e atual presidente Dilma Rousseff. 

Contra a atual presidente, o juiz Sérgio Moro, não tem competência para julgar, uma vez que tem foro privilegiado. No entanto, Sérgio Moro, está pacientemente montando provas suficientes que incriminar a Campanha da Dilma em 2010 e 2014, para que o STF ou o mesmo Congresso Nacional tome atitude que convier. A expectativa da delação premiada do ex-diretor da Petrobras Nestor Ceveró, está sendo aguardada com muita ansiedade pelo Palácio do Planalto, porque na gestão da Dilma Rousseff na presidência do Conselho de Administração e Lula da Silva com presidente da República que ocorreu a compra da refinaria Pasadena, que deu prejuízo para Petrobras em US$ 796 milhões, segundo TCU.

A delação premiada do Nestor Ceveró está sendo aguardada com muita ansiedade e nervosismo, pois que envolvem ao mesmo tempo Dilma Rousseff, Lula da Silva e Renan Calheiros, segundo a imprensa. A imprensa já noticia o aspecto da governabilidade do País, num eventual impeachment da Dilma. Do mês de agosto não passa!

Pelo histórico do comportamento do PT diante de situação de crise, como já vivido no episódio da morte não explicada do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel não seria de estranhar atitudes extremos contra juiz Sérgio Moro. Esta matéria é ao mesmo tempo um histórico da Operação Lava Jato, massobretudo um desagravo à figura do juiz Sérgio Moro.

O povo terá que acordar para o fato de que o Brasil está sendo governado pela facção criminosa.

Ossami Sakamori



sábado, 4 de julho de 2015

Agrava quadro de recessão e desemprego no País.



Segundo Anfavea - Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, neste semestre, o pior desde 2007, a indústria automobilística brasileira vendeu 1,318 milhão de veículos novos, correspondente a 20,6% a menos em comparação ao de 2014. O mês de junho também registrou a queda de 19,4% em relação ao ano anterior, acompanhando tendência para esse semestre.

Na outra ponta a taxa de desemprego subiu no primeiro trimestre deste ano para 8%, segundo IBGE. O índice faz parte do da Pnad - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. A mesma pequisa aponta o número de pessoas ocupadas estimadas em 92,2 milhões, número 0,7% maior do que o ano anterior, devido ao novo contingente de trabalhadores que disputam o número de vagas, em função do crescimento populacional. Segundo o índice, cerca de 8 milhões de trabalhadores estão desempregados no País.


Não há indicadores que apontem a molhara do quadro de economia no neste semestre, pelo contrário, indicam tendência de recrudescimento da tendência da retração da economia. Não há economia que resista à inflação próxima de 9% ao ano somados à taxa de juros do Tesouro Nacional beirando nos 14% ao ano. É um quadro clássico de economia que denominamos de "estagflação".

Os ajustes fiscais e as medidas de correção na economia, não estão dando resultados esperados, tamanha a distorção criada pelo equívoco da política econômica praticada pelo governo do PT, pós crise financeira mundial de 2008. O equívoco da política econômica é admitida pelo próprio governo Dilma, denominado de "medidas anti-cíclicas". Na minha opinião, as novas medidas não darão resultados, por estar insistindo nos mesmos equívocos do primeiro mandato da Dilma.

O agronegócio vai sobrevivendo, mas os setores industriais amargam prejuízos enormes, em função do equívoco da política econômica. O setor industrial que respondia por 26% do PIB, quando governo do PT se instalou no poder, hoje responde por apenas 12% do PIB. Brasil regrediu aos tempos de fornecedor de commodities do mundo. Brasil retrocedeu. Brasil regrediu. Enquanto países emergentes como a China e Índia crescem a uma espantosa taxa de 7% do PIB. É de dar inveja para o Brasil, que vai amargando PIB negativo.

Estamos a viver grave crise social nos próximos meses, em função da alta taxa de desemprego e inflação em alta. Com a política econômica equivocada, só mesmo o setor bancário vai ganhar. O setor bancário ganha tanto dinheiro que nunca dantes viu, na história recente do País. Esta distorção decorre em função da obediência cega da fórmula clássica do FMI - Fundo Monetário Internacional, defendido pelos articulistas econômicos de renomes e pelos formuladores da política econômica que vai de esquerda à direita.


É urgente a mudança da política econômica que dê prioridade ao setor produtivo em detrimento ao setor bancário. Brasil tem que retomar a sua dignidade, rompendo com velhas dogmas do FMI e adotando fórmulas que atenda aos reais interesses do País. Brasil precisa de desenvolvimento sustentável do crescimento. O governo Dilma pratica política econômica que atende os setores já privilegiados da sociedade. É chegado a hora de tomar atitudes.

O governo Dilma, do mês de agosto, não pode passar!

Ossami Sakamori






sexta-feira, 3 de julho de 2015

Mês de agosto. Impeachment ou renúncia da Dilma!




Já está passando da hora. Eu tenho me manifestado que, do mês de agosto, não passa a renúncia ou impeachment da Dilma Rousseff. Coincidência ou não, consta da história brasileira dois episódios que deixaram marcas. O primeiro foi o suicídio do presidente Getúlio Vargas em 24 de agosto de 1954. O segundo episódio foi a renúncia do presidente Jânio Quadros em 25 de agosto de 1961. 

O terceiro episódio deverá ser a renúncia ou impeachment da presidente Dilma Rousseff. Explico. A Dilma não tem mais apoio popular, conforme a última pesquisa IBOPE que aponta a aprovação do nome da Dilma, apenas por 9% da população brasileira. A maioria absoluta da população 68% ou 138 milhões de brasileiros não querem mais a Dilma como presidente!


A presidente Dilma não reúne mais condições de permanecer no cargo de presidente da República Federativa do Brasil. E temos motivos de sobra para que ela seja impedida de continuar governando o País.

Motivo número 1. 

Presidente Dilma Rousseff, no exercício de 2014, deu pedalada fiscal de R$ 37 bilhões, infringindo a Lei da Responsabilidade Fiscal.

Motivo número 2.

Os delatores da Operação Lava jato em curso na Justiça Federal de Curitiba, em número de 6, confirmaram nos depoimentos perante o juiz Sérgio Moro, de que o dinheiro da "propina" ou da "ladroagem" proveniente dos contratos com a Petrobras, pelo menos uma soma foi destinado para a Campanha eleitoral da Dilma Rousseff para presidência da República. Dinheiro de "propina" ou de "ladroagem" financiando a campanha de reeleição é crime eleitoral.

Motivo número 3.

Nas últimas entrevistas dadas pela presidente Dilma Rousseff tem demonstrado que ela sofre de esquizofrenia. O País do tamanho do Brasil, com 203 milhões de pessoas, não pode ter uma presidente da República doente mental. Qualquer exame psiquiátrico vai demonstrar a incapacidade da presidente Dilma permanecer no poder.

Congresso Nacional.

O Congresso Nacional é foro para discutir a permanência ou não da Dilma Rousseff como presidente da República. Motivos não faltam para votar o "impedimento" dela. Basta que os parlamentares tenham vontade política para acompanhar a vontade da maioria da população brasileira.

Movimentos sociais.

As manifestações favoráveis da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil, de alguns ministros do STF e dos movimentos sindicais e sociais como CUT e MST não servem de parâmetro para colocar em pauta a cassação do mandato da Dilma Rousseff, pelo Congresso Nacional.

Justificativa.

O Congresso Nacional já votou o impeachment do presidente eleito democraticamente, o Fernando Collor, baseado em compra de um veículo Fiat - Elba, em nome do motorista do presidente, com dinheiro da sobra de campanha eleitoral. Isto demonstra que quando o Congresso Nacional se mobiliza para atender o reclamo da população faz à sua vontade. O impeachment decorre da vontade popular. Congresso Nacional, não  é o Judiciário. Congresso Nacional é casa do povo e assim deve atender os reclamos da população. 

Motivos não faltam para votar o impedimento da presidente Dilma Rousseff. O que falta no País, é gente com culhões que defenda os interesses e vontade da maioria da população. 



Quem me acompanha nesta manifestação, que deixem seus comentários no espaço próprio deste blog. 

Ossami Sakamori

















BP tem prejuízo de R$ 100 bilhões no acidente no Golfo do México.

Crédito da imagem: New York Times

Segundo New York Times, edição de ontem, a BP - British Petroleum, companhia do Reino Unido, fez acordo com os governo federal e estados americanos afetados com o acidente da plataforma de perfuração de petróleo no Golfo do México. A companhia pagará US$ 18,7 bilhões, o maior volume de indenização paga por danos ambientais da história dos EEUU.  A notícia é importante para o Brasil e especificamente à Petrobras que faz exploração do petróleo em águas profundas nas costas brasileiras.

A BP já havia declarado, segundo New York Times, de que a Companhia já teria gasto cerca de US$ 14 bilhões na tentativa de conter o vazamento do poço submarino, que durou 3 meses. O acidente ocorreu na costa do Golfo do México, na plataforma de perfuração a menos de 80 Km do estado de Louisiana, quando explodiu, pegou fogo e afundou, em 20 de baril de 2010. O petróleo continuou sando do poço no fundo do mar, até ser fechado em julho daquele ano. 

O acidente custou ao povo americano, sujeira proveniente do vazamento de óleo bruto, numa extensão de 2.000 Km na costa americana e danos ao leito marinho do Golfo do México, incalculáveis. Para a empresa BP custará, não só arranhões na sua imagem, mas custo financeiro total de US$ 32,7 bilhões ou equivalente a cerca de R$ 100 bilhões. 

Chamo atenção do governo brasileiro e da Petrobras de que na forma açodada de querer explorar o petróleo do pré-sal, não está descartada a ocorrência de acidente semelhante com as plataformas da Petrobras. A Petrobras já teve acidente semelhante, sem prejuízo ambiental, com a plataforma de petróleo P-36 em março de 2001, na camada pós-sal a 1.200 metros de profundidade. Felizmente, o prejuízo foi de pequena monta, coberta pela seguradoras.


Do jeito que tudo é feito na Petrobras, sem devido cuidado com segurança, tudo com urgência para alcançar o auto-suficiência em produção do petróleo, explorando camada pré-sal, com pouca experiência acumulada nesta forma de exploração, não fica afastada a ocorrência de um novo acidente com as plataformas da Petrobras. 

Como foi visto no acidente da plataforma de petróleo do Golfo do México na camada pós-sal, um acidente na profundidade de 7.000 metros do pré-sal, não sabemos que consequências resultarão, não só no aspecto ambiental mas também no aspecto financeiro. Na prática, um prejuízo de R$ 100 bilhões, como aquele do Golfo do México, colocaria a Petrobras numa situação de pré-insolvência. A Petrobras, sozinha, não teria condição de arcar o prejuízo desse tamanho. O contribuinte teria que ser chamado para cobrir o rombo.

Se a incompetência e irresponsabilidade que predomina nos contratos de obras da Companhia prevalecer na área de exploração de petróleo, para fins de facilitar a ladroagem, não está descartada um novo acidente como que aconteceu com a plataforma P 36 e venha provocar prejuízos ambientais como daquela do Golfo do México, além dos prejuízos financeiros.

BP teve prejuízo de R$ 100 bilhões no acidente de plataforma de exploração. A Petrobras teria condições econômicas e financeiras para suportar um prejuízo desse tamanho?

Melhor tirar a facção criminosa que se instalou no Palácio do Planalto, do que correr ter, não só a plataforma de petróleo afundado, mas o próprio País.

Mês de agosto está chegando!

Ossami Sakamori













quinta-feira, 2 de julho de 2015

Lula poderá ser ministro de Defesa da Dilma.

Crédito da imagem: G1

O ex-presidente Lula da Silva, age como primeiro-ministro da presidente Dilma. Diante da delação premiada que envolve o seu nome e dos principais ministros do governo Dilma, resolveu agir. Deslocou-se à Brasília para agendar reuniões com os principais atores da sustentação do governo Dilma.

Promoveu, em Brasília, reunião que fora divulgada pela imprensa, com os membros e parlamentares do PT, para traçar estratégia de sustentação do governo manter-se no poder "até lá" (sic). Não se sabe o que ele quis se referir como o termo "até lá". Pode ser até as eleições de 2018 ou até a renúncia da Dilma. Só os próximos movimentos devem definir o que ele quis dizer com o "até lá".

Lula se reuniu com o senador Renan Calheiros, presidente do Senado, na residência oficial deste, com o vice-presidente Michel Temer e principais lideranças do PMDB, entre eles o ex-senador José Sarney. Aparentemente, a reunião foi com o propósito de manter o apoio do PMDB ao governo Dilma.

Segundo o Estadão,  o Lula afirmou que "a Lava Jato não pode ser a agenda do País", em café de manhã na residência oficial do presidente do Senado, Renan Calheiros. Ainda segundo Estadão, Lula pediu a Renan que "releve" os problemas com Dilma e "fique mais perto" e ajude o governo a sair da crise. O pedido desta natureza faz revelar que o Lula age como primeiro ministro do governo Dilma.

Dilma volta da sua viagem oficial de visita ao presidente Obama dos EEUU, após ter cancelado a visita de chefe do Estado programado por aquele país, em 2013. É provável que na sua volta, Dilma faça uma mini reforma ministerial, após a revelação do delator premiado Ricardo Pessoa da UTC de envolvimento de ministros próximos à sua pessoa. 

Segundo a imprensa, o Lula propõe troca de ministros ligados à Dilma pelas pessoas do PT que rezam a sua cartilha. Se confirmar a mini-reforma ministerial conforme o desejo do Lula, fica confirmado a função de "primeiro ministro" de fato do governo PT. A reforma ministerial está a ocorrer no momento que a presidente Dilma tem menor aprovação pela população, 9% segundo IBOPE. 

O Lula quer ocupar o espaço político dentro e fora do governo, no momento delicado da sua vida pública. Lula faz parte da lista de beneficiário do esquema da Operação Lava Jato. Não me surpreenderia se o Lula for nomeado ministro da Dilma, para que o eventual processo da Lava Jato contra si corra no STF, foro privilegiado para os ministros do Estado. Cogita-se Ministério da Defesa, deslocando Jaques Wagner para Casa Civil.

É a sua derradeira manobra para se livrar da prisão preventiva nos cárceres da Polícia Federal em Curitiba.

Lula poderá ser ministro da Dilma.

Ossami Sakamori




quarta-feira, 1 de julho de 2015

Brasil amanhã será Grécia hoje.

Crédito da imagem: Estadão

Nunca vi foto tão real que retrata uma crise financeira. Felizmente, não é foto de uma brasileira, mas de uma senhora grega apreensiva com o fechamento dos bancos, nesta semana, no auge da crise financeira que passa aquele país, a Grécia. Tecnicamente, a Grécia está na situação de default ou calote aos credores dos títulos do governo.

A situação da Grécia já dura há mais 10 anos. Após a entrada na Zona de Euro, os credores externos já fizeram a primeira reestruturação da economia do país. Ainda assim, a Grécia está com endividamento público acima da sua capacidade de pagamento. O índice de emprego da Grécia beira a 25% do contingente de trabalhadores. É uma situação de colapso. A Comissão Européia e o FMI tenta salvar a Grécia pela segunda vez. 

Creio oportuno fazer referência à orgiem da crise econômica que passa a Grécia. Para realização dos jogos olímpicos em 2004, a Grécia fez pesado investimento em infra-estrutura, sobretudo turística. O governo grego gastou mais do que o Estado podia. Endividou-se para cobrir os custos das obras. Deu passo maior do que permitia o Estado grego. Mesmo após a primeira reestruturação da dívida, o Estado grego tem dívida pública equivalente a cerca de 150% do PIB.

Não quero ser pessimista, mas há uma semelhança entre o Brasil de hoje com a Grécia de ontem. 

O Brasil realizou a Copa 2014, endividando o Estado na realização do evento. O custo da realização da Copa 2014, fez reflexo nas contas do Estado brasileiro. O Brasil realizará a Olimpíada em 2016, isto é no ano que vem. Apesar do desmentido de que há o mínimo de dinheiro público na realização do evento, o custo direto e indireto tem impacto nas contas públicas, do Estado e dos entes federados envolvidos, o estado e a cidade de Rio de Janeiro.

O Brasil está a pagar o custo da ousadia. O dinheiro público foi e está sendo usado para realização dos eventos que pouco resultado traz para o País. Quem leva o lucro é sempre as entidades patrocinadoras como a FIFA e o Comitê Olímpico Nacional. Por coincidência, o FIFA está no centro da investigação de corrupção pela Justiça americana.

O Brasil, tal qual a Grécia que viveu nas nuvens, o povo passando pela "sensação de bem estar" e pela "sensação do poder de compra", até a reeleição da presidente Dilma. Dilma mentiu para se reeleger, prometendo não mexer nas conquistas sociais. No entanto, as agências de classificação acenderam o sinal amarelo para o Brasil. Analisando as contas do governo da União, as agências ameaçam rebaixar a nota de classificação do "grau de investimentos" para  o "grau de especulação". Esta mudança na classificação seria o começo de dificuldade para atração de capital estrangeiro para financiar os investimentos no País.

As semelhanças não estão somente nas realizações dos eventos de vulto na área de esportes. A situação fiscal do Estado brasileiro, sobretudo da União, está na zona cinzenta. O País está a viver, após 20 anos do Plano Real, um déficit primário nas contas do Tesouro Nacional. Brasil gasta mais do que arrecada. O governo da União endivida cada vez mais para pagar os seus gastos. Os ajustes fiscais do Joaquim Levy está fazendo água. Se zerar as "pedaladas fiscais" de 2014, o Tesouro vai fechar o ano de 2015 em vermelho.

Seguindo a fórmula clássica do FMI - Fundo Monetário Internacional, o País paga os juros reais mais alta do mundo, deixando apenas Turquia do lado, dentre 40 maiores economias do mundo. Isto atende também aos interesses dos agiotas nacionais e internacionais. O Brasil dá prioridade ao capital financeiro ao invés de capital de investimentos diretos. O Brasil está de joelhos diante do mercado financeiro internacional, por pura incompetência na formulação da política econômica.

Nem é preciso repetir aqui a minha crítica sobre a política econômica do governo Dilma. Venho chamando atenção sobre o equívoco, o erro sistêmico, desde abertura deste blog em 15 de fevereiro de 2012. Com a nova equipe econômica no segundo mandato da Dilma, continua a praticar os mesmos equívocos da política econômica do primeiro mandato. Apenas o ajustes fiscais não resolvem o problema crônico de baixo crescimento do País! Vamos deixar claro isto! Chega de amadorismo! Chega de incompetência!


O grande equívoco do governo Dilma, inclusive neste segundo mandato é manter o real "apreciado" ou dólar "depreciado". O governo utiliza mecanismos para manter o dólar desvalorizado. Ao mesmo tempo, mantém a taxa básica de juros em níveis de 5% ao ano, reais, muito alto para um país que diz querer crescer. Os juros reais altos, drenam riquezas do setor produtivo para o setor bancário. Nunca, os bancos brasileiros ganharam tanto dinheiro. Pior, ganhando muito dinheiro no meio à retração da economia.

O Banco Central já projeta pagar taxa básica de juros Selic a 14,5% ao ano no final de 2015. Isto significa que o Banco Central prevê inflação de 9,5% ao ano no fechamento do ano. A retração da economia deverá bater os 2,5% (negativo), isto é PIB de 2,5% negativo. Os números são explosivos para um país que tem que manter 203 milhões pessoas em níveis mínimos de sobrevivência com dignidade.

Se não houver mudança de rumo na política econômica em vigor, o Brasil caminhará celeremente para situação da Grécia de ontem e de hoje. 

Governo Dilma não pode passar do mês de agosto!

Ossami Sakamori









@SakaSakamori
@VaazaDilma









terça-feira, 30 de junho de 2015

Dilma se compara ao Tiradentes.


Crédito da imagem:Estadão

Assisti perplexo, ontem, na Globo News, a declaração à imprensa da presidente Dilma sobre doação à campanha eleitoral pelo delator premiado Ricardo Pessoa da UTC. A matéria foi para o ar, ao vivo, sem edição. Nas edições posteriores, ficou disponível para o público com edição, sem a parte que faz referência ao Tiradentes.

Dilma disse que houve delatores na Inconfidência Mineira, citando o Joaquim Xavier da Silva. Pela confusão que ela faz, não entendi bem se ela se referia ao Tiradentes como delator ou com delatado. Tanto assim, que a imprensa omitiu a fala da Dilma nesta parte. Eu entendi que a Dilma quis se comparar com o Tiradentes, o mártir da Inconfidência Mineira. O País presta homenagem até hoje ao herói nacional mineiro como Dilma. Tiradentes poderia ter se livrado da Dilma esquizofrênica, pensei comigo.

Na sequência da entrevista, Dilma atacou o empreiteiro Ricardo Pessoa da UTC dizendo: "Eu não respeito delator. Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é que é. Tentaram me transformar em uma delatora". Eu entendi pela fala dela que ela abomina o delator, mesmo que este seja um criminoso que esteja colaborando com a Justiça, para diminuir a pena da eventual condenação.

Segundo jurista Miguel Reale Jr. a figura do delator existe desde 1990 e que a própria Dilma enviou projeto  de lei que prevê a figura da delação premiada no pacote anticorrupção que está em tramitação no Congresso Nacional. Já estamos acostumado a assistir Dilma fazer pronunciamentos com entendimentos diversos para cada tema. Esta é mais uma manifestação da Dilma bipolar.

Duas conclusões que tirei do pronunciamento, que não demorou mais do que 5 minutos em Nova York, na sua viagem oficial em visita ao presidente Obama dos EEUU. A primeira é que ela se compara com o Tiradentes, o herói nacional. A segunda é que ao abominar as delações do Ricardo Pessoa, de quem recebeu parte do dinheiro da propina para sua campanha eleitoral, Dilma está assumindo a condição de superior hierárquico do Ricardo Pessoa, repreendendo-o publicamente.

Para terminar, ontem, Obama liberou a importação de carnes bovinas do Brasil, após embargo de 15 anos, para atender a empresa JBS/Friboi, o maior financiador da campanha presidencial da Dilma 2010. O jantar de ontem, foi entre acompanhado apenas pelos ministros de ambos lados, muito protocolar. Michelle Obama, não participou do jantar, em retaliação, imagino, ao cancelamento da visita de chefe do Estado programado para Dilma em 2013. No protocolo da diplomacia foi uma tremenda desfeita, o cancelamento da visita em 2013. 

A reunião marcada para hoje de manhã, dia 30, será de 1 hora e 30 minutos, conforme divulgado pelo cerimonial da Casa Branca. Pela tradição da Casa Branca, reunião com máxima consideração ao chefe do Estado é de 2 horas. Pelo ritual, já deu para notar que o Brasil em relação aos EEUU, desceu do primeiro andar para o sub-solo. A visita serviu para os EEUU reatarem relações de amizades com o maior país da América Latina, assim como fez com os irmãos Castro. 

A viagem oficial da Dilma rendeu para Obama que reatou relações de amizades entre dois países, azedadas pelo episódio do Snowden. Para a Dilma rendeu a venda de carne bovina para o seu maior aliado, a família Batista do JBS/Friboi e tentar vender a imagem de heroína nacional.


Cada dia que passa, confirma que a Dilma é chefe da facção criminosa que apossou do Palácio do Planalto. Os fatos comprovam isto. Nasci com olhos puxados, mas burro não sou.  Dilma não tem mais condição de governar o Brasil.

Do mês de agosto não passa!

Ossami Sakamori




segunda-feira, 29 de junho de 2015

Da Indústria às Feiras de Rua


Exercer nossa cidadania na observação e cobrança da providência do equilíbrio econômico do país,  é uma tarefa que todos deveríamos praticar em modelos diversos, mas com igual critério para qualquer cidadão. Cada um a seu modo, daríamos forma à nossa reivindicação nos moldes do respeito e da educação, mas sem deixar de exercer nossos direitos à informação e à ação que o governo nos deve. O fato é que cidadania em país socialcomunista esquerdopata, contaminado pela corrupção que já vem de cima,  é uma quimera, é... utopia mesmo. Nossos compatriotas adormecidos, só acordam na hora do futebol. São guerreiros de arquibancada.  

De tanto rever matérias publicadas todos os dias, dando conta com tanta fartura de informações, dos números da nossa economia, todo brasileiro poderia ter, pelo menos uma noção do que nos aguarda cada dia que amanhece. 

Não é possível que as pessoas não prestem atenção no movimento (melhor dizendo, na falta de movimento) das lojas ultimamente. Não é possível que sejam tão alheios aos números que são publicados nas notícias diariamente. Não é possível que sejam indiferentes às etiquetas de preços nas roupas, nos alimentos, nos remédios... enfim nos gêneros de primeira, segunda, terceira  necessidade e sabe-se lá em quantas categorias poderíamos classificá-los. 

Em "O PIB desce ladeira abaixo" , matéria anterior a esta, o autor informa entre outras coisas importantes, que o Brasil pratica taxas de juros entre as mais altas do mundo. Isso significa que o homem comum que sai às ruas, e que não goza do empréstimo com juros dourados do BNDES para fazer suas compras diárias, fica mais pobre e devedor a cada dia.

O brasileiro comum, está inserido num modelo de vida propício a enxergar melhor o comércio varejista do que os grandes empreendimentos, pois que estes não são privilégios das classes mais simples. A crise chegou ao setor dos dois lados: Para o cidadão que compra e para o empresário que precisa enxugar as despesas a fim de prover a sobrevivência da empresa. 

O ciclo parece ir se fechando nesse ponto. O comércio e a indústria demitem, o cidadão não cumpre seus compromissos, que se transformam em dívidas caras pelos juros impagáveis. As empresas fecham, o mercado se encolhe. Uma olhada nos jornais de hoje vai trazer à vista, números de demissões surpreendentes.  Nos últimos dois meses, grandes lojas como C&A, Riachuelo e Marisa registraram números de demissões bem assustadores.

O governo parece querer destruir todo tipo de estímulo e processo produtivo. Jamais vou entender o raciocínio de quem despreza a verdade de que “o que gera emprego é empresa”.  Uma vez quebrada essa economia, sobra o agronegócio que vai para o ralo quando submete os produtos aos preços de mercado interno e internacional e isso é aplicado em qualquer nível. O país das “commodities” se quebra em seus mais elementares negócios. Por fim, o funcionalismo público não sustenta a economia em lugar nenhum.

Finalmente dividido e a meio passo da derrota total, o Brasil estremece nos últimos suspiros de esperança de progresso, enquanto sua governante pleiteia cordialidade da maior nação democrática do mundo. O país sofre as pressões da administração errada, do abuso, da arrogância e do planejamento maquiavélico de destruição. 

O que sobrará disso, nós já sabemos, sinistro é pensar no que virá depois. 

Mônica Torres











domingo, 28 de junho de 2015

O PIB desce ladeira abaixo!


Segundo agência de classificação Austin Rating, o Brasil ficou em 31ª posição entre 33 países com economias mais expressivas do mundo. A queda do PIB do Brasil no primeiro trimestre de referência foi de 1,6% negativo em relação ao mesmo período de 2014. Isto nos coloca na posição vexatória perante o mundo. A divulgação foi feita no momento em que Dilma faz visita oficial ao presidente Obama dos EEUU. Desta feita, a soberba da Dilma não vai funcionar. 

O Brasil, entre 33 países listadas, só superou o desempenho da economia da Rússia e da Ucrânia. A Rússia sofre a queda do preço do petróleo, elevada taxa de juros e fortes sanções ocidentais devido ao conflito com a Ucrânia. A Ucrânia, o último lugar na classificação do crescimento do PIB, sofre os efeitos negativos, em guerra com os separatistas apoiados pela Rússia. E o Brasil sofre o efeito de uma administração incompetente do governo PT e o efeito da Operação Lava Jato, em curso.

No topo da lista está a Índia, país emergente como o Brasil, porém, cresceu 7,5% no primeiro trimestre de 2015, comparado com o ano anterior. Na sequência vem a China, com crescimento ligeiramente abaixo da Índia, 7% anualizado. 

Os tão criticados países da União Européia pela presidente Dilma, sobretudo os problemáticos, Portugal e Itália, cresceram no primeiro trimestre, respectivamente 0,4% e 0,1% comparado com o primeiro trimestre do ano anterior. Nem preciso fazer referência de outros países como Alemanha, Reino Unido e França, que estão decolando depois longo tempo de baixo crescimento.

As três maiores potências do mundo, EEUU, China e Japão, tiveram, respectivamente, desempenho de 0,2% negativo, 7% positivo e 2,4% positivo. Há poucos dias, assisti um alto membro do governo federal brasileiro que citava como exemplo de recessão, o Japão. Dilma sempre quer comparar o desempenho do Brasil em relação aos países desenvolvidos, mas faz erroneamente.  Japão não está mais em recessão!  O povo brasileiro, infelizmente, em grande parte, analfabetos funcionais, compram a história como verdadeiro fosse, desde que a notícia venha da presidência da República ou dos seus "capachos".

Em linhas gerais, podemos dizer que, enquanto o mundo todo cresce, o Brasil disputa o crescimento negativo do PIB com os países com problemas de toda ordem como a Rússia e a Ucrânia. Perante comunidade financeira internacional, o Brasil é patinho feio junto com a Rússia e Ucrânia. Os "anos dourados" vividos pelo povo brasileiro não passou de sonho de contos de fada. Hoje, o Brasil é motivo de piada no mundo desenvolvido. 

Coincidência ou não, o Brasil adota a mesma política da combalida Rússia, praticando taxa de juros as mais altas do mundo. Isto confirma a minha afirmação de que a taxa de juros não é remédio, mas termômetro da economia do País. Para reforçar a minha tese, os EEUU e Japão praticam, respectivamente, 0,25% ao ano e 0,1% ao ano para rolagem de suas dívidas de curto prazo, mas cresce acima de 2% ao ano. O Brasil paga 13,75% ao ano ou 5% ao ano de juros reais, descontado inflação, mas decresce 1,6%. 

Todos indicadores mostram que não haverá melhora, pelo menos, no próximo semestre. O quadro da economia vai deteriorar ainda mais com a administração equivocada e incompetente da equipe da Dilma, comandada por hora pelo Joaquim Levy Bradesco


De agosto não pode passar, o governo Dilma!

Ossami Sakamori



sábado, 27 de junho de 2015

PT é a maior lavanderia do Brasil

Crédito da imagem: Revista Veja

A revista Veja causou terremoto no Palácio da Alvorada com a divulgação da lista de beneficiários das doações que foram feitas pelas empresas do delator premiado da Operação Lava Jato Ricardo Pessoa da UTC.

Segundo a imprensa, a presidente Dilma tão logo soube divulgação pela revista Veja sobre doações à sua campanha eleitoral de 2010, convocou os ministros Edinho Silva, Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo ao Palácio do Planalto para traçar estratégia de defesa. Assisti parte das entrevistas pelo canal Globo News. É o discurso chavão de que as doações foram contabilizadas pelo PT.

Deu para perceber que a linha de estratégia era centrado em dois pontos. O primeiro é que as doações feitas pelo Ricardo Pessoa não foram feitas apenas ao PT. E a segunda estratégia foi a de considerar que as doações foram contabilizadas oficialmente. Sobre esta última afirmação, vou firmar uma tese que incrimina a Dilma e sua tropa de choque. 

A primeira afirmação é inverdade porque está relacionado na lista de doações, a figura do senador Aloysio Nunes, então candidato ao Senado pelo São Paulo pelo partido da oposição PSDB. Lembrando que o Senador foi companheiro de chapa do senador Aécio Neves em confronte à presidente Dilma nas eleições de 2014. Isto derruba a tese de que o vazamento das informações fora seletivo.

Mas, o que quero chamar atenção é a afirmação repetida, desde as primeiras revelações de beneficiários das doações das empreiteiras, não só do Ricardo Pessoa da UTC. O PT afirma que as doações foram perfeitamente contabilizados. Esta tese é como desvencilhar de um delito para assumir outro. Vocês vão saber o porque.

O porta voz da presidente Dilma, disse ter se reunido com o delator premiado Ricardo Pessoa para tratar apenas de doações legais e negou ter usado a Petrobras para "pressionar" o empreiteiro para financiar campanha da Dilma à presidência da República. Esta historinha é como a do "chapeuzinho vermelho" e do lobo mal. Qualquer bobo sabe que o Edinho Silva sabia do esquema de ladroagem que funcionava na Companhia. Edinho Silva e PT sabia que o dinheiro para campanha viria da ladroagem na Petrobras.

Como a Petrobras é uma empresa de economia mista com controle acionário da União, não poderia o PT que comandava e comanda o governo, receber as doações diretamente da Companhia. O PT, no mínimo, fez vista grossa ao esquema de ladroagem da Petrobras pelos empreiteiros entre os quais a UTC do Ricardo Pessoa. Portanto, o PT sabia que o dinheiro de contribuições para a campanha da Dilma viria do esquema de ladroagem na Petrobras, no caso específico da UTC.

Não sou advogado ou jurista, mas sei que a legislação brasileira considera como "receptador" qualquer pessoa ou empresa que "compra" uma mercadoria roubada. Fazendo analogia com os fatos acontecidos, creio que o PT ao dar roupagem de "legalidade" nas doações das empreiteiras envolvidas em ladroagem da Petrobras ao mesmo tempo está assumindo ter cometido o delito de "receptação" do dinheiro ilegal.

O PT considera que "contabilizando" qualquer doação, mesmo que a origem seja ilegal, tornaria "legal" perante a justiça eleitoral. Esta operação é conhecido no mundo de crime como "lavagem de dinheiro" ou "esbranquiçamento" de origem. Que digam os operadores de lei.

Se prevalecer com a defesa feita pela tropa de choque da presidente Dilma, incluído o seu ministro de Justiça José Eduardo Cardozo, de o PT ter contabilizado as doações deste empreiteiro, estaria admitindo um delito mais grave que é a "lavagem de dinheiro" pelo PT. 

Imagina se a moda pega. Daqui a pouco vai poder aceitar doação de campanha presidencial vindo de um traficante de drogas, desde que esteja "contabilizado" na prestação de contas do TSE. Não sou eu a afirmar isto. Eles é que estão a dizer isto. Lavanderia de dinheiro sujo é permitido em campanhas eleitorais, afirmam a tropa de choque da Dilma. 


Em consequência, podemos afirmar que o PT é a maior lavanderia de dinheiro sujo do Brasil.

Dilma não passa do mês de agosto!

Ossami Sakamori

Brasil está com embolia pulmonar

Crédito da imagem: Estadão

O Brasil está com embolia pulmonar, tal qual o ministro da Fazenda Joaquim Levy do Bradesco. A imprensa deu destaque à notícia do internamento do ministro no Hospital do Coração em Brasília, com quadro de embolia pulmonar leve. Felizmente, ele se safou dessa. 

Joaquim Levy acompanhará a presidente Dilma na sua viagem oficial atendendo ao convite do presidente Obama dos EEUU. Dilma não mais receberá o tratamento de visita oficial de chefe do Estado, que no ano passado ela, deselegantemente, cancelou unilateralmente, alegando o episódio de invasão de privacidade das suas atividades no Planalto pela Agência norte americana de inteligência. Em linguagem popular diz que Dilma deu "tabefe" no Obama.

Obama deve pensar: Nada como um dia atrás do outro. Ao contrário da Dilma, a popularidade do Obama está em ascensão. Primeiro que a economia da maior potência do mundo está em crescimento de 2,5% ao ano, criando emprego acima de 200 mil por mês, com inflação controlada, pagando taxa básica de juros de 0,25% ao ano para títulos de curto prazo. E, ontem, Obama emplacou mais um feito, a aprovação pela Suprema Corte da tese defendida por ele de igualdade de direitos para uniões entre mesmo gênero.

Obama foi militante da esquerda como Dilma. Obama antes de se tornar político militou no sindicato dos trabalhadores defendendo os direitos como advogado. Ele tem currículo de sobra para sobrepor à militância de esquerda da Dilma, que autuou na clandestinidade defendendo o comunismo. 

Obama na condição de presidente de maior e mais duradoura democracia do mundo, mais de dois séculos consecutivos sem interrupção, vai receber presidente Dilma que defende os regimes totalitários como Cuba e Venezuela. No entanto vai recebê-la com costumeira elegância de um presidente da República. Seguindo o protocolo, Obama receberá para reunião de 2 horas na Casa Branca. Dilma será recebido para jantar na Casa Branca, conforme manda o protocolo de uma visita de um chefe do Estado. Fará pronunciamento protocolar nos parlatórios preparados em frente à Casa Branca. 

Diante de tanta impopularidade da presidente Dilma, a visita de 4 dias que a Dilma fará ao Obama, servirá de contraponto para todas notícias negativas que envolve o seu nome e do Brasil. Na sua fala no parlatório da Casa Branca, já vejo a presidente Dilma defendendo combate à corrupção no País.

Bem isso tudo é preâmbulo para o que vou dizer agora.

Joaquim Levy com sintoma de "falta de ar", tal qual o Brasil que está a mergulhar numa situação econômico social muito grave, vai buscar nos EEUU investidores para os projetos no País. Sinalizará que o governo Dilma está (sic) fazendo o dever de casa, esforçando-se em gerar o superávit fiscal necessário para manter o Brasil com nota de classificação de risco como "grau de investimentos". Em outras palavras, Joaquim Levy foi pedir penico para os americanos!

Joaquim Levy pode enganar a si mesmo e aos séquitos da Dilma, tanto na área de governo federal ou aos agentes econômicos beneficiários da política econômica equivocada do Joaquim Levy do Bradesco. Mas o mercado financeiro internacional não acredita no conto de carochinhas da equipe econômica da Dilma. O mercado internacional é composto de agiotas internacionais que procuram investimentos seguros ou investimentos especulativos de alta rentabilidade. Assim sendo, o Brasil atrai investidores nocivos que vem ganhar dinheiro no título do Tesouro Nacional que paga os juros, o maior do mundo, só atrás da Turquia. 

Tal qual o ministro da Fazenda Joaquim Levy, o Brasil está com doença grave. O Brasil está com embolia pulmonar. A economia está desacelerando rapidamente, pelos ajustes que foram maquiados nos 12 anos do governo PT. O governo PT criou tantas distorções na economia com finalidade única de manter-se no poder "sensação de bem estar" e a "sensação de poder de compra" que custará sacrifícios à população para clocar nos trilhos do desenvolvimento sustentável.

O suto passou para Joaquim Levy. Foi o aviso para que ele cuide da sua saúde. 

Mas, o Brasil da Dilma está a viver o quadro de embolia pulmonar. O Brasil merece ser cuidado como doente que é. Chega de brincar com o País e com o seu povo. É preciso a mudança de rumo para que o Brasil não tenha de se internar na UTI. Os dirigentes da República não se preocupam com as suas contas porque são pagas pelos cartões corporativos, que o contribuinte paga. Quem paga os custos da internação do Brasil na UTI será o próprio povo, como sempre.

Torço para que o mês de agosto venha logo!


Ossami Sakamori